Traditional knowledge and production of teaching materials for the strengthening of indigenous languages in mato grosso (brazil

Authors

  • Alceu Zoia Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Micael Turi Rondon

DOI:

https://doi.org/10.7179/PSRI_2021.39.04

Keywords:

Indigenous Education, Teaching materials, Traditional knowledge

Abstract

Since 1996, Brazilian legislation establishes the existence of indigenous education as a specific modality in the national educational system. In indigenous villages, schools operate in different situations and are organized to provide children and young people with formal education. Indigenous teachers, trained by universities in specific courses, work in these schools. Indigenous communities are in different situations in relation to the use of the original language and Portuguese. This creates specific demands for each group or ethnicity. A collaborative research project developed by the UFMT / UNEMAT Network, with resources from the Federal Government, in the state of Mato Grosso established the objective of producing teaching materials for teaching the original language, which in some cases is in the process of extinction. The article presents results of the collaborative research developed with the Terena, Kayapó, Munduruku, Apiaká and Kayabi peoples, whose procedures included training processes and didactic actions in schools, collecting information to be used in the production of materials for the teaching of native languages. It concludes with analyzes on the importance of research for the social development of these communities and the preservation of their language, pointing out the challenges that the University faces in carrying out these projects.

References

Bakhtin, M. (2000). Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes.
Brandão, C. R. (2013). O que é Educação. São Paulo: Brasiliense.
Brandão, C. R. (1985). A Educação como Cultura. São Paulo: Brasiliense.
Clavet, L. (2002). Sociolinguística: uma introdução crítica. Trad. Marcionilo, M. São Paulo: Parábola Editorial.
Ferreira, M.S., & Ibiapina. I. M. L. M. (2011). A pesquisa colaborativa como espaço formativo. In: Magalhães, M. C. C.; Fidalgo. S. S. Questões de método e de linguagem na formação docente. São Paulo: Mercado das Letras,
Ferreira, W. A. A, Cruz, M. C., & Zitkoski, J. J. (2019). Mulheres Kaiwawete e Namabikwara: guardiãs da língua materna. In Ferreira, W. A. A, Grando, B. S, Pereira, L. C. P. e Cunha, T. Epistemologias do Sul: Mulheres & Identidades. Curitiba: CRV.
Ferreira, WA de A., Zoia, A., & Grando, BS (2020). Aprendizagem do saber indígena na escola: desafios para a formação de professores indígenas. Education Policy Analysis Archives, 28, 165. https://doi.org/10.14507/epaa.28.4790
Freire, P. (2001). Educação como prática da liberdade. 25 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (2015). Pedagogia do Oprimido. 59ª. ed. Rio de Janeiro: Paz & Terra.
Garcia, T. B.; Schmidt, M.A. (2011). Recriando Histórias a partir do olhar das crianças. Ijui, RS: UNIJUI.
Ibiapina, I. M. L. de M. (2008). Pesquisa Colaborativa: investigação, formação e produção de conhecimentos. Brasília: Líber Livro.
Krenak, A. (1992). Antes o tempo não existia. Adauto Novaes (org.). Tempo e história. São Paulo: Companhia das Letras, pp. 201-204.
Labot, W. (2008). Padrões Sociolinguísticos. São Paulo: Parábola.
Luciano, G. J. dos S. (2006). O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília-DF: MEC – Ministério da Educação.
Luciano, G. J. dos S. (2017). Língua, educação e interculturalidade na perspectiva indígena. Saberes e Identidades: Povos, Culturas e Educações. Revista de Educação Pública. Cuiabá. v. 26, n. 62/1, p. 295-310, maio/ago.
Nascimento, R. do, & Zoia, A. (2018). A relação das crianças Munduruku e a escola. In: Moreira, Jairo Barbosa. Lendo os Brasis: estudos sobre as práticas de leitura, Goiânia: Edições Ricochete.
Paula, E. D. de. (2018). O ensino de línguas nas escolas indígenas. In Braggio, S. L. B. Estudos e Línguas e Educação Indígena. Campinas, SP: Pontes Editores.
Reis, J. C. (2009). História, a ciência dos homens no tempo. Londrina: EDUEL.
Snyders, G. (1988). Alegria na Escola. São Paulo: Manole.
Soares, M. (1998). Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica Editora,
Soares, M. (2004). Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação. 25, 5-17. https://www.scielo.br/pdf/rbedu/n25/n25a01.pdf
Walsh, C. (2009). Interculturalidade crítica e pedagogia decolonial: in-surgir, re-existir e re-viver. In. Candau, V. M. (Org.) Educação Intercultural na América Latina: entre concepções, tensões e propostas. Rio de Janeiro: 7 Letras.
Zoia, A. (2009). A comunidade indígena Terena do Norte de Mato Grosso: infância, identidade e educação. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Goiás.

Published

2021-12-12